Sou suave e veloz
Sou algoz as vezes
Busco meu pai nas palavras
Sou do velho, do verso
Não pulo de galho em galho
Não espero encontrá-lo
Sei o que não sei .
Não passo de um ladrão de poesias
Que só rouba o que é meu
Um ladrão inocente, que ainda escreve
Textos e pega panfletos do face
Sou romântico e ao mesmo tempo discípulo
Não ando por aí adivinhando a morte
Que me norteia
Uma aranha...uma teia.
Que só rouba o que é meu
Um ladrão inocente, que ainda escreve
Textos e pega panfletos do face
Sou romântico e ao mesmo tempo discípulo
Não ando por aí adivinhando a morte
Que me norteia
Uma aranha...uma teia.
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