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Posted: 20 Sep 2016 07:46 AM PDT
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Canção do Amor Imprevisto Eu sou um homem fechado. O mundo me tornou egoísta e mau. E a minha poesia é um vício triste, Desesperado e solitário Que eu faço tudo por abafar. Mas tu apareceste com a tua boca fresca de madrugada, Com o teu passo leve, Com esses teus cabelos… E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender nada, numa alegria atônita… A súbita, a dolorosa alegria de um espantalho inútil Aonde viessem pousar os passarinhos. ( Mario Quintana ) (Poema conferido por mim mesmo em Antologia Poética. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2007. p. 64) |
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
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