Ao meu neto Marquinhos Gusmão
Poderia falar de sua roupa branca,
plantão dos espíritos que recebes em rompantes do além,
Mas poderia falar, dos tombos de escadas lavados em cachaça pura, chope em profusão que apavora todos... até o irmão.
De minhas costelas quebradas em ônibus de careta e sem querer, mas louco pra beber outra vez.
Das fadas de pele negra que distancio de meu coração
E das fadas de pele branca que aproximas de seu coração
Quem é da música carrega seu Deus próprio
Nem precisa acreditar,
Não damos a tal da sorte dos ateus e espiritualistas
Somos uma religião, temos a religião que usei e cansei
você de longe é bem melhor do que eu, mais aperfeiçoado,
Ainda tem a fé, continue até cansar dela , aliás como fiz.
plantão dos espíritos que recebes em rompantes do além,
Mas poderia falar, dos tombos de escadas lavados em cachaça pura, chope em profusão que apavora todos... até o irmão.
De minhas costelas quebradas em ônibus de careta e sem querer, mas louco pra beber outra vez.
Das fadas de pele negra que distancio de meu coração
E das fadas de pele branca que aproximas de seu coração
Quem é da música carrega seu Deus próprio
Nem precisa acreditar,
Não damos a tal da sorte dos ateus e espiritualistas
Somos uma religião, temos a religião que usei e cansei
você de longe é bem melhor do que eu, mais aperfeiçoado,
Ainda tem a fé, continue até cansar dela , aliás como fiz.
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