domingo, 7 de fevereiro de 2016

Quando Luiz Carlos da Vila era vivo assisti a um show no Teatro Municipal de Niterói, ele me deu um lugar ao lado de sua mãe , coisas de poeta, quando cheguei em casa tentei mas não tive como não lembrar e escrevi pra ele. Como você deve saber Luiz Carlos, acordava tarde, me ligou tipo umas nove da manhã dizendo assim pelo telefone: Porra Luizinho, quer me matar já de manhã " era o máximo o crioulo. achei e vou te mostrar ! De: Luiz de Niterói Para: Luiz Carlos da Vila Do alto do palco parece que não tens pecado, um anjo solitário bailando no teatro. No chão és grande, mas somente poeta, apenas um poeta. Neve alma, que lua santa trouxe tua poesia? Que peito nobre te fez tão doce cria? Dono da Vila, dos sonhos, da vida, onde andaste que eu não sabia? Procurava por ti nas esquinas, Nos sons dos tambores, em tudo que eu precisava p’ra entender meus amores. A partir de ontem sou teu irmão, A partir de sempre descansas em meu coração. Escuto tua voz afinada como um cantar de pássaro, Ninguém canta mais afinado que um pássaro, Quem sabe não és um pássaro? Será que conheci teu canto e não me lembro, Ou que mau devo ter feito por não ter ouvido a mais tempo?
Fim da conversa no bate-papo
Digite uma mensagem...


Nenhum comentário:

Postar um comentário