Diálogo do futuro, ou no ano de 2030 pra não lembrar o filme do Charlton Heston
Visitante : poeta, você falou de amor a vida toda e nega dizendo que o que a gente sente é nosso ?
Eu: amor ?
Visitante : poeta, você falou de amor a vida toda e nega dizendo que o que a gente sente é nosso ?
Eu: amor ?
Visitante : é amor.
Eu : que amor ? sinceramente não lembro !
Visitante : vou repetir, você cantou, sofreu, danou-se todo por falar de amor, senti-lo e agora nega que o que a gente sente não está no próximo e sim dentro de você, o óbvio ululante do Nelson.
Eu : Que Nelson ? amor ? continuo a não entender do que você está falando.
Se zangou comigo e se foi ou morreu de pena !
Arranquei meu papel debaixo do lençol e escrevi pra ela : ainda te amo !
Eu : que amor ? sinceramente não lembro !
Visitante : vou repetir, você cantou, sofreu, danou-se todo por falar de amor, senti-lo e agora nega que o que a gente sente não está no próximo e sim dentro de você, o óbvio ululante do Nelson.
Eu : Que Nelson ? amor ? continuo a não entender do que você está falando.
Se zangou comigo e se foi ou morreu de pena !
Arranquei meu papel debaixo do lençol e escrevi pra ela : ainda te amo !
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