segunda-feira, 11 de maio de 2015

Reynaldo Barbosa Ventura Rego , meu Rey, meu poeta de palavras tantas.
Tinha vontade, muita vontade mesmo que todos soubessem quem somos,como somos, cromossomos tão parecidos e DNA de irmãos, como a química nos deixou assim, exaustos dos mesmos sonhos, dos mesmos sonos, e como é divertido o que escrevemos tão sério nesse mundo pra mim já usado, tão gasto, como a sola dos que pisaram o chão de cérebros , mesmo nessa manada que segue os rituais que dão em nada. Apesar de botijões de gás , a minha comida já azedou apesar das geladeiras usadas ! também te amo meu Rey, pode ter certeza do que estou falando. Poderia ter escrito mais mas é melhor deixar quieto. Sentiu ?

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