Nada me detém quando não quero fazer alguma coisa,
Moro na terra do egoísmo, sou de mim e de mais ninguém,
A não ser de minha amada, quando ela pede.
Sou do bar , sou da marijuana, do edredom prata, rasgado,
Dando espumas pro mundo.
Já saí do dia, da tarde, dos momentos feitos de noite magra,
Já saí do violão que conquistava quem eu quisesse
Não sei onde estão meus acordes,
Nem meu violão, você viu ele por aí tocando sozinho ?
Junto com minha voz que desafinava ele tocava,
E todo mundo adorava.
Que destino cruel meu violão tomou ?
Se perdeu ?
Que destino tomei eu.
Já saí do violão que conquistava quem eu quisesse
Não sei onde estão meus acordes,
Nem meu violão, você viu ele por aí tocando sozinho ?
Junto com minha voz que desafinava ele tocava,
E todo mundo adorava.
Que destino cruel meu violão tomou ?
Se perdeu ?
Que destino tomei eu.
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