terça-feira, 3 de setembro de 2013

Again

Outra vez brincando de afeto, outros beijos virão, outra boca aflita, outra mulher, mais uma, outra, outras , a busca não para como se o amor fosse um tsunami que não consigo vencer. Dou de amar que nem um louco carente, mas que no final eu mesmo desfaço os nós, eu mesmo engulo essa saliva de beijo, sabe de uma coisa : eu não presto !

Nenhum comentário:

Postar um comentário