Te entreguei numa bandeja a chave do meu coração (Paulinho Rezende)
Por favor não mude meu rumo,
Não posso me perder a uma hora dessas.
Sinto gosto de sangue na boca pra determinados tipos de amor,
O veneno escorre pelo canto dos olhos quem sabe... verdes
Perco a fome, não bebo, não fumo,
Fico pensando tanto que enlouquecer é logo ali.
Dessa vez não, meu rumo não tem você,
Na bandeja de prata deixo o que é longe pertinho
Me faço parecer quando escrevo com o poeta Paulinho
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