domingo, 30 de junho de 2013


 Dá-lhe Wando

Falei pelos cotovelos, como se fosse o dono da verdade (pra variar) mas também ouvi muito, pisei na noite sem atolar em tantos lugares que no final estava procurando o caminho de casa. Três da manhã again, conversando comigo fiquei, pensando por onde passei. Primeiro fui como prometido a uma festa junina, sentei-me por um tempo bebi duas cervejas, um salsichão e reabasteci todas as baterias, acho até que falei demais por causa de um silêncio enorme que me dei, com tempo marcado, pois sabia que encontraria com o casal que me chamou, lindos por sinal, ouvi coisas que gostei muito sobre o que escrevo e parti para o Veranda, chegando lá encontrei com minha filha Luciana que como sempre estava na trilha de seu namorado cantador, já que falei do Verdana , que lugar maneiro, fiquei encantado e batendo um papo com o dono de lá descobri que estava funcionando a mais de 10 ou 20 anos, não lembro direito, é tão engraçado você morar na RO e não conhecer lugares que já estão lá a um certo tempo e você nem se dá conta. Mas lá nesse lugar lindo, tinha uma mulher linda , que me atirou no balcão da noite onde a cerveja e as palavras são necessárias e conversamos sobre os cacos da minha vida e sobre as partes inteiras dela. Toques  de mão rolaram, mãos lindas por sinal, e ali tudo se acabou, chegamos a conclusão que plagiando o Wando, ela é fogo eu sou paixão.
Amanheci esperando a hora do jogo, esperando o churrasco, esperando por mim que não chegava, de qualquer maneira foi bom saber que muita gente lê o que escrevo, aliás essa moça também tem trechos do que escrevi e do que falei pela noite a dentro.

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